Isaltino Morais visitou na passada quarta-feira, dia 14 de junho, o empreendimento do Alto da Montanha, na Freguesia de Carnaxide, iniciativa que serviu para fazer um ponto de situação das obras deste projeto, cuja primeira pedra foi lançada a 24 de janeiro deste ano, conforme o NOTÍCIAS DE OEIRAS, referiu.
“O Alto da Montanha, foi o primeiro projeto de construção de habitação municipal pública no âmbito do PRR”, disse o presidente da Câmara de Oeiras, dando conta do lançamento recente de mais dois projetos, o Parque da Junça e a Quinta dos Aciprestes, ambos em Linda-a-Velha.
Se tudo correr conforme previsto, as obras do empreendimento do Alto da Montanha deverão ficar concluídas dentro de um ano, projeto que se insere nos Programas de Habitação da Câmara Municipal de Oeiras e irá receber 66 famílias. Para o empreendimento, estão destinados 12 milhões e 800 mil euros, para a construção de 64 casas, 32 serão de tipologia (T2) e as restantes 32 terão tipologia (T3), contando ainda com um equipamento social.
“Hoje quisemos vir aqui, depois de seis meses de obra, para verificar o estado de evolução e se os prazos estão a ser cumpridos”, lembrou o autarca, sublinhando a importância do projeto para o município de Oeiras, considerando ser “um programa muito ambicioso de construção de habitação pública que se traduz em cerca de 10% no âmbito do PRR”, programa que no seu conjunto conta com um financiamento no município a rondar os 300 milhões de euros.
“O nosso projeto prevê mais 1500 novos fogos, o que faz com que Oeiras fique com três mil habitações públicas no concelho” destacou ainda Isaltino Morais, sublinhando que o concelho irá atingir os “10% de habitação pública”. Segundo o autarca, “chegar a este patamar faz com que Oeiras fique numa “situação privilegiada comparativamente a outros países europeus”, como Espanha, Irlanda ou França.
Sobre o PRR em Oeiras, o autarca diz estar “em boa velocidade e vai ser um sucesso”, considerando que “à semelhança do que aconteceu nos anos 90 com o desenvolvimento dos bairros de barracas, vai acontecer agora com as famílias que vivem em situação precária”.
Recorde-se, as novas casas serão destinadas aos vários públicos que se encontram em situação de carência habitacional, sendo dedicadas à população adulta em idade ativa, jovens e seniores, que vão privilegiar o regime de arrendamento apoiado.






