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Parque dos Poetas – Silenciosos Faróis, Poéticas Palavras

Dia Mundial da Poesia 21 de Março 2026
Parque dos Poetas

Poesia e Prosa – “Monumentos e Estátuas de Palavras”
“Iluminação dos Faróis –
Luzente Simbolismo para Valor de Letras e Palavras”

Faróis e Poesia – enigmático Laço. Será? Poesia – é tão concreta como abstrata. Silenciosa e por
vezes um Eco, que percorre o Mundo. Grandes Obras do Passado ao Presente continuam a
fascinar a Fantasia e a permanecer de Geração para Geração na Memória. No entanto as Palavras
nem sempre se conseguem apanhar, são como Passarinhos a voar. Como apanhar um Passarinho
sem o guardar na gaiola, onde deixa de voar e por vezes de cantar? Palavras procuram descrever
o Mundo. Porém – nem sempre encontram somente uma Interpretação e Visão. O Parque de
Oeiras é um Exemplo para a Fantasia e a Memória, que tentaram construir o Espelho da Poesia.
Passear entre Natureza, Pedras e Memória é realizar uma Viagem ao inerente Mundo dos
Poemas. Um Labirinto de Palavras, onde cada um de nós encontra diferente Respostas para a
Definição do Segredo da Poesia. Um Segredo que como um Farol oferece uma Tocha de
Elucidação com o objetivo de auxiliar a deslindar o Mistério das Poéticas Palavras entre
Realidade e Transcendência.

Boa Viagem –

Palavras guardam o Saber da Humanidade. Um Tesouro imaterial. As Homenagens em Matéria
transformam o abstrato em concreto e visível. Espelhos de cada Tempo e Geração, Expressão da
História do Mundo e da Identidade Cultural de cada Nação. O “Parque dos Poetas” conta, por
intermédio da Visibilidade, a História da Poesia Lusitana. É como abrir um Livro sobre Poesia,
que recita Poemas e conta da Vida das suas/ dos seus Autoras/es. Estátuas e Esculturas,
silenciosas, mas poderosas referente aos inerentes conteúdos. Imploram para serem descobertos e
desvendados à Humanidade. Nem sempre se consegue. O Monumento dos Descobrimentos
reflete a Alma Lusitana da Saudade e do Olhar para a Linha do Horizonte, a fim de encontrar
Novos Mundos.
Palavras e Monumentos … apresentam uma intrínseca Luz. Faróis – Colunas como as das
Estátuas e ao mesmo tempo Monumentos, que pretendem abrilhantar o seu Ser. Na Esfera do
“Parque dos Poetas” também se encontra ao longe o Farol do Bugio. Sem demora o
Entrelaçamento entre Palavras e Homenagens em Matéria se apresentou com a seguinte
Contemplação:
Palavras apagam ou acendem Luzes. Destroem, por intermédio de Guerras, o que existe, ou
constroem Novos Mundos ao escolherem a Paz. Uma Luz oferece outra Luz.
“Mais vale acender uma Vela, do que se revoltar contra a Escuridão.” –
Antigo Ditado, repleto de Sabedoria e Saber.

Ao longo da História do Mundo verificam-se Textos, em Prosa ou Poesia, que se
metamorfosearam em verdadeiras Tochas ao Vento, que nem o Tempo conseguiu apagar. Como
Faróis Luzes que indicam o Caminho, aconselham em Situações difíceis, apresentam Propostas
para “Dar Volta ao Leme”, quando se verifica, que o Barco da Vida está a naufragar-se etc. No
Lugar da Estátua em cima da Coluna encontra-se a Luz, que como uma Bússola guia para Porto
Seguro. Luzentes, apesar de silenciosas, Palavras, que salvam Vidas. Quantas Vidas Palavras
conseguiram, conseguem e continuam a conseguir salvar? E quantas destruíram, destroem e
continuam a destruir Vidas? Perguntas para quais não existem Respostas.
Faróis – Resultado de Negativos Acontecimentos e referente à Reciprocidade influenciaram
muitas Canetas Penas a escrever sobre uma Variações de Temas relacionados com o Ser do Farol.
Convidam a sonhar, escrever, viajar e pensar sobre a Vida. Uma Luz que reúne Terra e Mar,
Solidão e Comunidade, Perigo e Segurança, Vida e Morte. Oferecem um Legado de Torres junto
ao Mar, que inspiram a levantar o Véu sobre os Enigmas de Luz e Escuridão para a Humanidade.
No Mapa Mundial cada Farol é como um Livro na Estante a convidar a ler. Cada Farol desafia a
Mente a escrever sobre a “Biografia” das singulares “Colunas do Mar”. Como cada Livro
apresenta seu Título & Conteúdo também os Luzentes Monumentos se despedem e
cumprimentam os Viajantes, assim como quem fica em Terra. Cuidado ao pronunciar Palavras e
Conteúdos: Apagam a Luz do Farol e o Barco da Vida está em risco de embater nas Rochas e
naufragar. Infelizmente também o Mal ou o Apagar da Luz influencia/m o Pensar, que a seguir
escreve e constrói Homenagens contra o Esquecimento, a fim do Mundo aprender com os Erros
do Passado. Porém – se acenderem a Luz do Farol, o Barco consegue chegar a Porto Seguro. E
assim começa a Construção do Fundamento para futuros Monumentos e novas Estátuas para se
recordar o Bem da História da Humanidade. Que por sua vez iluminam Novos Pensamentos. Um
Pensamento dá origem a outro. Uma Eterna Sequência, que enquanto existir Vida Humana, é
infinita. Uma Luz acende outra Luz.
De Horas de Desespero ou de Esperança nascem Novas Horas. O que trazem? O Futuro o dirá.

Faróis – Guardiões da Vida

Ao longe uma Luz a brilhar.
Na Terra a iluminar o Mar.
Faróis no Mapa Mundial –
Contam sua História Naval.
Símbolos de Esperança.
Oferecem Confiança.
No meio da Escuridão.
Terra!  – Bênção de Salvação.
A Porto Seguro chegar.

Vidas e Barcos conseguem salvar.
Ilhas ou Continental –
Brilham como a Estrela de Natal.
De outrora ao Presente –
Ao Tempo resistente.
Novas Tecnologias receberam.
Como Fénix renasceram.
Novas Histórias contam.
Seus Segredos guardam.
Quem um Farol visitar –
Para Terra e Mar olhar:
No Silêncio ouve Prece da Vida rezar:
“Boa Viagem e bom Regresso!” a desejar.
Para ninguém no Mar ficar.
É a Sina de cada Farol brilhar.
Sem Palavras a falar.
Como Livros –
Nas Estantes a chamar.
Existem Palavras e Textos.
que causam Caos e Danos.
Porém –
Existem Palavras e Textos,
como Tochas ao Vento –
Sobrevivem Anos.
Conteúdos como um Farol – brilhantes.
Influenciam – apesar de distantes.
O Poder das Palavras.
Na Vida deixam Pegadas.
Como um Farol a guiar.
Contra Mal –
Para Bem maravilhar.
Guiam para a Memória –
Para sempre na História.

Fim

Isalita Pereira
Historiadora-Poeta